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Alunos e professores reivindicam reformas e melhores condições na UFRA de Tomé-Açu

Foto do escritor: SAIBA AGORA PARÁ
SAIBA AGORA PARÁ
10 de jun.
2 min de leitura

Campus vive semana de protestos enquanto alunos denunciam precariedade e falta de investimentos.


Cartazes de protesto denunciam descaso e refletem indignação de alunos e docentes | Foto: reprodução.
Cartazes de protesto denunciam descaso e refletem indignação de alunos e docentes | Foto: reprodução.

Tomé-Açu vive uma semana marcada por manifestações de estudantes e professores da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). A comunidade acadêmica denuncia a precariedade da estrutura física da instituição e cobra providências imediatas da administração universitária para garantir condições adequadas de ensino, pesquisa e permanência estudantil.


Em protesto contra os problemas enfrentados diariamente, alunos e docentes decidiram suspender as atividades acadêmicas e realizar atos públicos dentro e nas proximidades do campus. Cartazes exibidos durante as manifestações trazem mensagens como "SOS UFRA", "Educação merece respeito", "Queremos estrutura digna" e "Sem condições, não há ensino de qualidade".


Segundo relatos de estudantes, a mobilização ocorre após anos de reivindicações que, segundo eles, não resultaram em soluções efetivas. Entre as principais reclamações estão problemas estruturais em salas de aula, deficiência na manutenção predial, limitações de equipamentos e laboratórios, além da necessidade de investimentos em infraestrutura para atender adequadamente a comunidade acadêmica.



Professores também aderiram ao movimento e afirmam que a situação compromete diretamente o processo de ensino-aprendizagem. De acordo com representantes da categoria, a paralisação busca chamar a atenção das autoridades responsáveis para a necessidade de intervenções urgentes no campus.


A UFRA é uma das principais instituições públicas de ensino superior da Amazônia, possuindo campus em diversos municípios paraenses, entre eles Tomé-Açu, onde atende centenas de estudantes da região. A universidade desempenha papel estratégico na formação de profissionais e no desenvolvimento científico e tecnológico do interior do Estado.


Durante os atos desta semana, estudantes afirmaram que não pretendem encerrar a mobilização até que haja uma resposta concreta por parte da administração da universidade. Os manifestantes reivindicam a apresentação de um plano emergencial de melhorias, com cronograma definido e previsão de execução das obras e investimentos considerados prioritários.



Até o fechamento desta reportagem, não havia sido divulgada qualquer medida concreta capaz de solucionar os problemas apontados pelos manifestantes. Também não foi localizada manifestação oficial da administração da UFRA sobre as reivindicações apresentadas durante os protestos desta semana.


A expectativa da comunidade acadêmica é que o movimento pressione os responsáveis pela gestão universitária e pelos investimentos federais destinados à educação superior, garantindo condições adequadas para que alunos e professores possam retomar suas atividades com segurança, dignidade e qualidade.


Enquanto isso, os cartazes erguidos pelos estudantes resumem o sentimento predominante no campus: "A UFRA precisa de socorro agora".

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