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Idoso vivia em condições degradantes e é resgatado durante operação em Terra Alta

Foto do escritor: SAIBA AGORA PARÁ
SAIBA AGORA PARÁ
20 de jun.
2 min de leitura

Atualizado: 26 de jun.

Idoso de 64 anos é resgatado de condições análogas à escravidão durante operação.


Homem de 64 anos é resgatado de trabalho em condição análoga à escravidão em Terra Alta, no Pará. — Foto: Reprodução / MTE
Homem de 64 anos é resgatado de trabalho em condição análoga à escravidão em Terra Alta, no Pará. — Foto: Reprodução / MTE

Um homem de 64 anos foi resgatado de uma situação análoga à escravidão em uma propriedade rural localizada no município de Terra Alta, no nordeste do Pará. A ação foi realizada por uma força-tarefa composta por auditores fiscais do trabalho e agentes da Polícia Federal, após denúncias sobre as condições em que a vítima vivia e trabalhava.


De acordo com as autoridades, o idoso exercia atividades na propriedade sem registro formal e em condições consideradas degradantes. Durante a fiscalização, foram constatadas irregularidades relacionadas às condições de moradia, higiene e acesso a direitos trabalhistas, fatores que caracterizam a submissão a condições análogas à escravidão, conforme a legislação brasileira.


Segundo os órgãos responsáveis pela operação, o trabalhador não contava com estrutura adequada para habitação e enfrentava dificuldades relacionadas ao acesso a serviços básicos. Após o resgate, ele foi encaminhado para receber assistência e acompanhamento dos órgãos competentes.



As autoridades informaram que serão adotadas medidas para assegurar os direitos trabalhistas da vítima, incluindo o pagamento das verbas devidas e o acesso aos benefícios previstos em lei. O caso também será investigado para apurar responsabilidades e eventuais crimes relacionados à exploração de mão de obra em condições degradantes.


O combate ao trabalho análogo à escravidão é realizado por meio de ações conjuntas entre órgãos de fiscalização e segurança pública, que atuam na identificação de situações que violem os direitos fundamentais dos trabalhadores.

As investigações sobre o caso seguem em andamento, e os responsáveis poderão responder nas esferas trabalhista e criminal, conforme o resultado das apurações.

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