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Mulher morre após ser lançada sem cordas em salto de rope jump em Limeira (SP)

  • Foto do escritor: SAIBA AGORA PARÁ
    SAIBA AGORA PARÁ
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Polícia investiga falha grave de segurança e possível negligência.


Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, morta após ser lançada em rope jump sem corda — Foto: Reprodução
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, morta após ser lançada em rope jump sem corda — Foto: Reprodução.

Uma mulher de 21 anos morreu na manhã de sábado (13), após um grave acidente durante uma atividade de rope jump realizada na região da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo. O caso mobilizou equipes de resgate, Polícia Militar e Polícia Civil, e segue sob investigação.


A vítima foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. Ela participava de uma experiência de salto em esportes radicais organizada por uma empresa especializada na atividade, que atrai participantes para a prática de salto em altura com cordas de segurança.


De acordo com informações preliminares apuradas pelas autoridades e repercutidas pela imprensa, a jovem foi lançada da plataforma no momento do salto sem que estivesse devidamente conectada ao sistema de segurança. A falha teria resultado na queda livre de aproximadamente 40 metros de altura.


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Logo após o impacto, equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas para o local. No entanto, quando os socorristas chegaram, a vítima já se encontrava sem sinais vitais, sendo constatado o óbito ainda na área do acidente.


Testemunhas relataram momentos de desespero logo após a queda, com a percepção imediata de que o equipamento de segurança não havia sido corretamente fixado antes do salto, o que teria provocado a tragédia.


Após o acidente, parte dos responsáveis pela atividade teria deixado o local antes da chegada das autoridades policiais. Segundo a Polícia Militar, houve movimentação suspeita de fuga na região de mata que circunda a ponte, o que motivou uma operação de busca na área.


A ação contou com reforço de equipes terrestres e apoio aéreo do helicóptero Águia da Polícia Militar, utilizado para sobrevoo e varredura da região na tentativa de localizar os envolvidos.


Após o cerco policial, alguns suspeitos foram localizados e conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos. Ao todo, cerca de seis pessoas foram apresentadas à autoridade policial para serem ouvidas sobre a dinâmica do evento e as condições de segurança da atividade.


A Polícia Civil investiga o caso sob a hipótese inicial de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas há indícios de negligência, imprudência ou imperícia na condução da atividade de risco.



Os investigadores também apuram a regularidade da empresa responsável pelo evento, a capacitação dos instrutores envolvidos, além do cumprimento dos protocolos obrigatórios de segurança para a prática de esportes radicais, especialmente em atividades de alto risco como o rope jump.


O caso gerou ampla repercussão nas redes sociais, com manifestações de indignação e alerta sobre a necessidade de fiscalização mais rigorosa em atividades de aventura, que envolvem risco elevado e exigem procedimentos técnicos rígidos.


A Polícia Civil segue com as investigações e aguarda laudos periciais para esclarecer exatamente como ocorreu a falha no sistema de segurança e individualizar a responsabilidade de cada envolvido no acidente que resultou na morte da jovem.

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