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Polícia Civil recupera sete celulares durante operação contra receptação em Oeiras do Pará

Foto do escritor: SAIBA AGORA PARÁ
SAIBA AGORA PARÁ
3 de ago.
2 min de leitura

Segunda fase da Operação Sentinela identificou aparelhos com registro de furto, roubo ou extravio ocorrido em 2025.


Aparelhos recuperados em Oeiras do Pará| Foto: Reprodução
Aparelhos recuperados em Oeiras do Pará| Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Estado do Pará realizou a segunda fase da Operação Sentinela no município de Oeiras do Pará, com o objetivo de combater crimes patrimoniais e a comercialização de aparelhos eletrônicos de origem ilícita.


A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Oeiras do Pará, com apoio da Prefeitura Municipal. Segundo a corporação, a operação foi organizada a partir de um trabalho de inteligência policial voltado à análise de registros de furtos, roubos e extravios de aparelhos celulares ocorridos exclusivamente durante o ano de 2025.


De acordo com a Polícia Civil, após o levantamento das informações, equipes realizaram diligências investigativas que resultaram na intimação de mais de 25 pessoas que estavam em posse ou tinham relação com aparelhos investigados.


Como resultado da operação, foram recuperados e apreendidos sete aparelhos celulares considerados de origem ilícita.

Ainda conforme a Polícia Civil, além de dispositivos localizados em Oeiras do Pará, também houve recuperação de aparelhos em Belém e no distrito de Mosqueiro, durante o desenvolvimento das investigações.


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Os celulares apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Oeiras do Pará, onde passarão pelos procedimentos legais antes de serem restituídos aos seus legítimos proprietários.


A Polícia Civil informou que a Operação Sentinela terá caráter periódico, com novas etapas previstas para reforçar o combate à receptação e reduzir a circulação de produtos provenientes de crimes patrimoniais no município e na região do Baixo Tocantins.


As investigações relacionadas aos aparelhos recuperados continuam em andamento para identificar possíveis envolvidos na cadeia de comercialização dos dispositivos de origem ilícita.

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