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Polícia Civil prende DJ suspeito de aplicar golpes de até R$ 9 mil no Marajó

  • Foto do escritor: SAIBA AGORA PARÁ
    SAIBA AGORA PARÁ
  • 23 de abr.
  • 2 min de leitura

Investigado é suspeito de aplicar golpes com locação fraudulenta de equipamentos.


Prisão do investigado: DJ Júnior Considerado.
Prisão do investigado: DJ Júnior Considerado.

A Polícia Civil do Estado do Pará, por meio da Delegacia de Polícia de Muaná, vinculada à Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e à 5ª RISP – Superintendência Regional do Marajó Oriental, cumpriu, na tarde da última quarta-feira (23), por volta das 12h45, mandado de prisão preventiva contra V.C.d.C. Júnior, conhecido como “DJ Júnior Considerado”, investigado pela prática reiterada do crime de estelionato.


DJ Júnior Considerado.
DJ Júnior Considerado.

De acordo com as investigações, o suspeito atuava de forma estratégica e habitual, aproximando-se das vítimas com propostas de locação de equipamentos de alto valor, como aparelhagens de som e notebooks. Após conquistar a confiança, assumia o compromisso de pagamento posterior, porém, ao obter a posse dos bens, não realizava o pagamento nem devolvia os objetos, gerando prejuízos significativos.


Há relatos de vítimas que sofreram perdas de até R$ 9.000,00 em uma única negociação, valor considerado elevado, especialmente diante da realidade econômica da região, o que evidencia a gravidade concreta das condutas.


As apurações também indicam que o investigado já possui antecedentes pelo mesmo tipo de crime, demonstrando um padrão de atuação voltado à fraude. Além disso, havia risco de fuga, uma vez que ele se deslocava com frequência entre municípios e áreas de difícil acesso no arquipélago do Marajó, o que demandou um trabalho investigativo minucioso e contínuo por parte da equipe policial.


Buscas na residência.

Para dar cumprimento à ordem judicial, foram realizadas diligências intensas, incluindo levantamento de informações, monitoramento e campanas, até que fosse possível localizar e efetuar a prisão do suspeito.



A prisão preventiva foi decretada com o objetivo de garantir a ordem pública, interromper a continuidade delitiva e evitar que novas vítimas sejam lesadas.

O investigado encontra-se custodiado e à disposição do Poder Judiciário, aguardando os desdobramentos legais do caso.

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