Cabo da PM é detido suspeito de agredir ex-companheira com arma em Parauapebas
Mulher procurou atendimento médico após a agressão e relatou que teria sido atingida com golpes de arma de fogo durante uma discussão; policial foi reconhecido pela vítima na UPA.

Um cabo da Polícia Militar foi detido na manhã desta segunda-feira (28), em Parauapebas, no sudeste do Pará, suspeito de agredir a ex-companheira durante uma discussão. O policial foi identificado como Leandro da Silva Sousa. Segundo as informações divulgadas, a mulher relatou ter sido atingida com golpes desferidos com uma arma de fogo.
O caso teria ocorrido na Avenida B, no bairro Cidade Jardim. Após o episódio, a vítima conseguiu deixar o local e procurou atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, onde deu entrada por volta das 5h50.
De acordo com as informações repassadas pela Guarda Municipal, durante o atendimento a mulher relatou que havia sido agredida pelo ex-companheiro durante um desentendimento. Segundo a versão apresentada pela vítima aos agentes, a discussão teria começado porque o policial não aceitava o fim do relacionamento.
Suspeito foi encontrado na UPA
Enquanto a mulher recebia atendimento médico, agentes da Guarda Municipal encontraram o cabo da Polícia Militar na própria unidade de saúde.

O policial teria informado aos guardas que estava no local para acompanhar a filha, que também havia dado entrada na UPA. Durante o procedimento, ele foi reconhecido pela ex-companheira como o suspeito das agressões e acabou detido.
Após a detenção, um oficial da Polícia Militar foi acionado e acompanhou os procedimentos relacionados ao caso.
Mulher foi encaminhada à delegacia
Depois de receber atendimento médico, a vítima foi encaminhada à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), onde o episódio foi formalmente registrado e passou a ser apurado pelas autoridades policiais.
Em nota divulgada à imprensa, a Polícia Civil informou que o caso foi apresentado à delegacia de Parauapebas e que os procedimentos cabíveis estão em andamento.

Até a última atualização das informações divulgadas nesta segunda-feira, não havia sido informado publicamente o resultado dos procedimentos realizados após a apresentação do policial. Também não havia posicionamento da Polícia Militar reproduzido na reportagem de origem.
O caso deverá seguir sob investigação para esclarecer as circunstâncias do episódio e definir eventual responsabilização criminal. A condição de suspeito não representa condenação, e o policial tem direito à defesa e ao contraditório.



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