Mãe é presa após agredir filha de 13 anos com um pedaço de madeira em São Miguel
Atualizado: 2 de jul.
Adolescente é atendido após ferimento na cabeça; polícia apura violência doméstica.

Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil do Pará, suspeita de agredir a própria filha, de 13 anos, no município de São Miguel do Guamá, no nordeste do estado. A prisão foi realizada após a Delegacia de Polícia Civil do município receber uma denúncia encaminhada pelo Conselho Tutelar.
De acordo com as investigações, a adolescente foi atingida na cabeça com um pedaço de madeira durante uma agressão ocorrida na residência da família. A vítima sofreu um ferimento no couro cabeludo, com intenso sangramento, e precisou ser encaminhada para atendimento médico, onde recebeu dois pontos de sutura.

As autoridades informaram que o caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil por meio do Conselho Tutelar, que apresentou registros fotográficos das lesões sofridas pela adolescente. Conforme as investigações, a vítima já vinha sendo acompanhada pelos órgãos de proteção em razão de suspeitas de violência doméstica.
Ainda segundo a polícia, documentos encaminhados anteriormente ao Ministério Público apontavam relatos de agressões físicas recorrentes contra a adolescente. Durante a apuração do caso, os investigadores reuniram elementos que indicam que a violência teria ocorrido em outras ocasiões.
As investigações também apuram informações de que a suspeita faria uso frequente de bebidas alcoólicas e que as agressões ocorreriam durante episódios de embriaguez. Essas circunstâncias seguem sendo analisadas pela Polícia Civil.
Após diligências, os policiais localizaram a mulher em sua residência e efetuaram a prisão em flagrante. Ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil, onde foi autuada pelo crime de maus-tratos, previsto no artigo 136 do Código Penal, permanecendo à disposição da Justiça.
O caso continuará sendo investigado para esclarecer todas as circunstâncias dos fatos. A adolescente segue acompanhada pelos órgãos de proteção responsáveis pelo atendimento a crianças e adolescentes.
A Polícia Civil reforça que situações de violência contra crianças e adolescentes podem ser denunciadas às autoridades policiais, ao Conselho Tutelar ou por meio dos canais oficiais de proteção, permitindo a adoção das medidas legais e de assistência às vítimas.




Comentários