Polícia Militar recaptura foragido da Justiça durante operação em Ponta de Pedras
Atualizado: 2 de jul.
Bruno Mendonça de Brito, foragido desde julho de 2025, foi abordado na Operação Tolerância Zero enquanto pilotava uma motocicleta sem placa.

A Polícia Militar do Pará recapturou um homem que estava foragido do sistema penal durante uma ação da Operação Tolerância Zero, realizada na noite da última terça-feira (23), no município de Ponta de Pedras, no arquipélago do Marajó.
De acordo com informações da corporação, equipes do 76º Pelotão Destacado, vinculado à 20ª Companhia Independente de Polícia Militar (20ª CIPM/CPR XI), realizavam patrulhamento ostensivo na entrada da localidade conhecida como Pistolão, no bairro Campinho, quando avistaram um homem conduzindo uma motocicleta sem placa de identificação.
Segundo a PM, ao notar a aproximação da viatura, o condutor apresentou comportamento considerado suspeito, o que motivou a abordagem policial. Durante a verificação de seus dados nos sistemas de segurança pública, os militares constataram que o homem, identificado como Bruno Mendonça de Brito, possuía um mandado de recaptura por estar evadido do sistema prisional desde julho de 2025.

Ainda conforme a Polícia Militar, o foragido teria rompido a tornozeleira eletrônica utilizada para monitoramento judicial durante o período em que cumpria medida determinada pela Justiça. Durante a ocorrência, os agentes localizaram e apreenderam o equipamento de monitoramento eletrônico que havia sido retirado.
Após a confirmação da situação judicial, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Ponta de Pedras, onde foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis. A motocicleta utilizada por ele também foi submetida às verificações previstas na legislação de trânsito.
A Operação Tolerância Zero faz parte das ações desenvolvidas pela Polícia Militar para intensificar o combate à criminalidade, localizar pessoas procuradas pela Justiça e reforçar a segurança pública no município e na região do Marajó.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.



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